Cosmo Pereira não escolheu contabilidade por vocação. Ela o escolheu.
Queria medicina ou engenharia. A realidade levou ao curso técnico de contabilidade — e ali se viu. A ideia de conhecer uma empresa inteira pelos números, avaliar, entender a história real por trás dos balanços, o fisgou.
Fez pedagogia (ficou um semestre), administração e ciências contábeis. Deu aula em faculdades. Trabalhou 15 anos no setor público. Cansou — não do trabalho, mas de perceber que qualidade técnica sozinha não era suficiente: exigia aproximação política. E isso nunca foi o jeito dele.
Saiu com a indenização, 4 clientes, e montou o que viria a ser a Sorttcon.
38 anos de crescimento 100% por boca a boca. Nunca fez marketing de divulgação. A rede cresce por indicação: um indica o outro, que indica o próximo. Clientes com 30 anos de relação. Isso, na visão do Cosmo, é o maior indicador de que o trabalho foi feito certo.